Por Pedro Amaro
André Lemos foi um dos responsáveis por propagar a ideia
da Cibercultura. No início do séc. XXI parecia algo “distante” e que talvez não se aplicasse a um país de
dimensões continentais. Porém a internet 2.0 provou que tal ideia era possível
e fortaleceu ainda mais o conteúdo.
Lemos defende que a Cibercultura está ligada ao
compartilhamento de informações e na desconstrução do fato de somente existir
um emissor, mas na verdade uma maior apropriação do receptor em poder
compartilhar e alterar a mensagem passada.
No meio urbano podemos dizer que a Cibercultura, não só
ganha força, como se altera, expande e mistura-se com outras formas de
comunicação e “pontes” para a informação ser transmitida (alguns ônibus da
cidade de Niterói-RJ possuem Wifi e entrada USB). Dessa forma o usuário está imerso em algo mais
maduro do que o André pensou. Estamos o tempo todo conectados e estabelecendo
redes: o indivíduo consegue fazer compras pelo celular enquanto está indo para
a faculdade, ou procurar por um ponto de Wifi para poder enviar mensagens
quando fazer uma ligação não é possível.
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